Evoluir – Acompanhar na Ação.

É sabido que os cenários de liderança isolada, sem envolvimento do conhecimento e sabedoria de todos, são potencialmente geradores de culturas tóxicas que contribuem negativamente para o bem-estar individual e coletivo dentro das organizações. Por outro lado, a proximidade colaborativa, ainda que em ambientes de trabalho remotos, políticas de partilha de opinião e aprendizagens, mesmo que com base nos erros como oportunidade de alinhamento e de crescimento, promovem a noção de pertença de todos os envolvidos e, consequentemente, aumentam o seu bem-estar, o que aciona os motivadores internos em torno de um propósito comum. 

Enraizar

Todos temos mecanismos de proteção que foram úteis e adaptados a circunstâncias específicas. A questão é se a constante repetição desses mecanismos estão neste momento a ser eficazes, pois para nos defenderem de um desconforto criam outro maior. Ou seja, duplo desconforto. Toneladas emocionais que se carregam às costas e pelo corpo inteiro, para a nossa vida, para as nossas relações, para a forma como vivemos, acreditando que é o melhor e o que nos mantém seguros.

Gerar – Liderar a caminhada com propósito

O contacto com o tecido empresarial tem oferecido a possibilidade de perceber que o coletivo que reconhece a singularidade é mais forte, mais eficaz e mais saudável, da mesma forma que a singularidade alinhada com o coletivo é mais produtiva e gera melhores resultados. Ora, esta vinculação entre o individual e o coletivo pode bem começar na criação de canais (de tempo e de espaço) de comunicação entre as pessoas da mesma organização (talvez até possa falar de famílias e comunidades).

Vida é mar

Viver traz a incerteza do amanhã. Também o amar faz parte deste mar de vida. Resgatar, construir, ser, dar e receber algo superior. É esta a flexibilidade que nos é desafiada para crescer e ser maior, permitindo-nos conhecer e seguir numa viagem transatlântica de emoções, de história, de conquista de novos mundos. Os nossos.
De onde viemos, onde estamos e para onde queremos ir.

Prevenir – Antecipar é criar o futuro

No âmbito organizacional, garantir um espaço de bem-estar enquanto pessoa, na função, na equipa, na organização permite evoluir. Espaço este que só se constrói em relações de parceria e colaboração em que, em conjunto, as pessoas e as equipas trabalham em prol de um bem maior do que o seu “pequeno” mundo. É neste espaço seguro que cada vez mais organizações trabalham para que os seus colaboradores se sintam parte do sistema que os integra, podendo desenvolver-se enquanto indivíduos que são, caminhando no sentido da sua melhor versão nas várias dimensões da sua vida. Organizações que percebem esta importância, sabem que melhores pessoas geram melhores equipas e melhores equipas melhores empresas.

Intuir

Seguir aquela verdade, que é a nossa verdade, como algo único, pessoal, intransmissível.
Aprender a viver em conexão com o nosso mundo interior e exterior, permite-nos encontrar a verdadeira união do todo que somos. Permite-nos Ser únicos em todos os nossos mundos.

Identificar – O mapa não é o território

Cada pessoa, de forma mais ou menos consciente, desenvolve as suas necessidades, capacidades e expetativas. Clarificar estas necessidades, capacidades e expetativas permite começar a identificar a realidade, a nossa e a de quem nos rodeia, conhecendo assim as condições existentes para a criação da realidade desejada.

Objetivos?

Parece, então, que devemos definir os nossos objetivos e que os mesmos devem ser claros e específicos. Devemos saber o que representam para nós e como medir o sucesso da nossa jornada em sua direção. E devemos também considerar a viagem como tendo uma importância pelo menos tão grande quanto alcançar o destino. Por outras palavras, talvez seja um bom objetivo aprendermos a viver de acordo com os nossos objetivos desde o momento em que os definimos e não apenas quando, e se, os alcançarmos.

(Des)Cuidar

Muitas vezes parece-nos mais fácil esperar que os outros mudem e correspondam às nossas necessidades, como queremos, como nos faz sentido. No entanto, se pensarmos, o difícil que é cada um de nós mudar hábitos, crenças, comportamentos, facilmente entendemos o mais difícil que é fazer ou provocar mudança em alguém que resiste recebê-la.

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